quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Nexus One, o superphone...

Confirmando os rumores, o Google anunciou, oficialmente, o Nexus One, seu primeiro smartphone, ou, como a empresa chama, “superphone”, produzido pela HTC e equipado com Android 2.1 “Eclair”, a última e mais potente versão do sistema.
As especificações e os preços bateram com os vazados anteriormente, e de novo, mesmo, tivemos apenas o impressionante sistema de reconhecimento de voz, que funciona em todo o aparelho, porém requer conexão constante à Internet, já que a conversão de voz para texto é feita por nos servidores do Google. Vale (novamente) destacar dois aspectos da configuração do Nexus One: o processador Qualcomm Snapdragon de 1 GHz, que permite transições, efeitos e frescuras visuais com baixo consumo de energia e sem comprometer o desempenho das aplicações; e a aparentemente belíssima tela OLED touchscreen (nada de multitouch:( ) de 3,7” e resolução HVGA (480x800).




A loja do Google, por onde é possível comprar o Nexus One já com contrato (T-Mobile) ou desbloqueado, está no ar, e lá alguns detalhes podem ser vistos. O primeiro é essa mensagem chata que nós, brasileiros, recebemos ao acessá-la:
Sorry, the Nexus One phone is not available in your country.
No momento, está à venda somente para Estados Unidos, Reino Unido, Singapura e Hong Kong.
Já é possível ver, também, que a T-Mobile não será a única operadora disponível para o Nexus One. Ainda indisponíveis, mas já na página de compra do gadget, estão também Verizon (EUA) e Vodafone (Reino Unido), o que significa que teremos uma versão CDMA do superphone. Aparentemente, essa só será vendida atrelada a um contrato; a versão GSM, como já dito noutra oportunidade, é comercializada tanto com contrato (T-Mobile, US$ 179,00), quanto desbloqueada (US$ 529,00). Falando em preços, aliás, vale a pena dar uma olhada nesta tabela comparativa, contendo Nexus One, iPhone, Pre e Droid.

NexusOne2-550x363-20100106
Durante a apresentação, foram mostrados vários recursos do Nexus One, e uma informação chamou bastante a atenção: esse é “o primeiro de muitos dispositivos”. Espera-se, embora ainda seja cedo para quaisquer novidades, que com o tempo o Google comece a liberar novos aparelhos focados em públicos específicos.
Parece um aparelho fantástico. O mais rápido e atualizado Android do mercado, com novidades bacanas, forte integração com produtos Google (Voice e até Earth!), uma fabricante experiente e de boa reputação por trás (HTC), e… enfim, é difícil encontrar pontos fracos no Nexus One. As primeiras impressões de quem o utilizou são muito boas. Depois de passar por saias justas com Wave e Chrome OS, parece que o Google voltou a acertar. E em cheio.


fonte:http://www.meiobit.com

Wine 1.1.35 – Rode aplicações do Windows no Linux

Certamente que já lhe aconteceu estar no Linux e lembrar-se que precisava de uma determinada aplicação mas essa não se encontra disponível para sistemas Linux. Wine é a solução! Wine (acrónimo para WINE Is Not an Emulator) é um projecto para sistemas operativos UNIX que permite executar em ambiente Linux, software especificamente concebido para o Microsoft Windows.


Office no Linux



O WINE funciona como uma camada (semelhante a um emulador) que expõe uma API compatível com a do Windows; ao serem executadas as diferentes funções, o Wine irá traduzi-las para rotinas em UNIX cujo resultado seja idêntico. Diz-nos também a Wikipedia que o Wine ainda disponibiliza a sua própria biblioteca (Winelib) por forma a que o código-fonte dos programas concebidos para Windows possa ser compilado no ambiente UNIX.

Como instalar no Ubuntu Karmic Koala?

A instalação do Wine no Ubuntu é muito simples.
Para tal basta executar os seguintes comandos:
sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install wine

Alterações no Wine 1.1.35

  • Suporte para OLE transacted storage.
  • Melhor verificação de certificados em ligações seguras
  • Mais avanços na separação de processos de 16-bit.
  • O jogo Left 4 Dead 2 DRM agora é suportado.
  • Melhorias de desempenho ao lidar com MSI (pacotes do Windows Installer).
  • Melhorias no suporte a 64-bit.
  • Entre várias outras melhorias e correcções.
O Wine encontra-se também disponível para BSD, Solaris e MacOS.


Licença: GPL
Sistemas Operacionais: Linux , MacOS, BSD
Download: Wine 1.1.35 (Outras distribuições)
Homepage: Wine

fonte: http://pplware.sapo.pt

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Instalando o Skype 2.1 no Ubuntu 9.10

O Skype é para mim o melhor IM pois além de funcionar como um Instant Messaging, permite ainda realizar chamadas gratuitamente sobre a Internet.

O Skype é um dos precursores da tecnologia de comunicação VoIP (voz sobre IP), funcionando também como um Instant Messaging.

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Como instalar?

Abrir o arquivo sources.list
gksu gedit /etc/apt/sources.list
 
e acrescentar a seguinte linha:
deb http://packages.medibuntu.org/ karmic free non-free
 
Depois de instalar o repositório MediaUbuntu
sudo apt-get install skype
 
Para iniciar o skype basta ir a Applications->Internet->Skype
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Novidades da versão 2.1 beta

  • Alta qualidade de vídeo
  • Envio de SMSs
  • Organizar contactos por grupo
  • Melhoramentos a nível de Chat
  • Atualização de codec para som
Download: Skype para outras distribuições, aqui
Homepage: Skype


fonte: http://pplware.sapo.pt

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Como Migrar do Windows para o Linux




Vantagens do Linux em Relação ao Windows

  • Não tem vírus. Cada arquivo tem um dono e pertence a um grupo, e tem permissões de leitura, escrita e execução separadas para o dono, o grupo e os demais usuários do sistema. Arquivos baixados da internet são gravados no disco sem permissão de execução. Assim, para executar um vírus você teria que baixar o programa-vírus da internet, deliberadamente torná-lo executável e propositalmente executá-lo. Ainda assim, o vírus somente conseguiria agir sobre os seus arquivos. Os outros usuários e o sistema como um todo não teriam nem notícia do vírus.
  • É estável. Se quiser, você pode passar anos com o computador ligado 24 horas por dia, instalando e desinstalando programas todos os dias, e ainda assim não terá que reiniciar o computador uma única vez.
  • É muito fácil de instalar e desinstalar programas se você usar uma distribuição que tenha um bom sistema de gerenciamento de pacotes. No Debian ou Ubuntu, por exemplo, existem mais de 15000 programas disponíveis. Para instalar ou desinstalar qualquer um deles basta abrir o synaptic, procurar o programa que lhe interessa, e usar o mouse para fazer alguns cliques (mas eu prefiro usar o aptitude e apertar algumas teclas).
  • Enquanto você estiver usando apenas software livre, será possível garantir que no computador inteiro não há nenhum programa executando código malicioso. Os responsáveis por uma distribuição do Linux inspecionam o código de todos os aplicativos que distribuem e podem, com segurança, afirmar que nenhum deles tem como objetivo roubar seus dados pessoais e repassá-los para ladrões. No Windows é impossível fazer essa garantia porque os programas são vendidos já compilados e os códigos fonte são mantidos em segredo. No Linux é preciso confiar apenas nas pessoas que fazem a distribuição escolhida; no Windows é preciso confiar em cada um dos milhares de desenvolvedores e distribuidores de software. Existe software livre para quase tudo, mas a maioria dos usuários do Linux também usa alguns softwares proprietários. No meu caso, por exemplo, sou obrigado a confiar na Adobe (plugin flash para navegador da internet), na NVidia (driver para placa de vídeo) e no Google (GoogleEarth).

Desvantagens do Linux em Relação ao Windows

  • De uma maneira geral, para o administrador de sistema profissional, o Linux é mais fácil de administrar do que o Windows. Mas, para um usuário comum, o Linux pode ser um pouco mais difícil de usar do que o Windows. Isso é decorrência do sistema de permissões que se aplica a arquivos e programas e também do fato de toda a configuração do Linux ser feita em arquivos de texto simples que algumas vezes precisam ser editados manualmente. Para muitos dos arquivos de configuração mais comuns, há ferramentas em modo gráfico que facilitam a configuração para quem não tem muita noção de como é o funcionamento do sistema operacional, mas, em alguns casos, poderá ser necessário a edição manual dos arquivos.
  • Alguns fabricantes de hardware mantêm segredo sobre as especificações das peças que produzem e, consequentemente, os desenvolvedores de software livre não conseguem produzir drivers para esses equipamentos. Por isso, existem alguns modelos de alguns periféricos, como modems, impressoras, webcams, etc..., que não funcionam no Linux. Este problema de hardware incompatível está cada vez menor, mas quem usa ou pretende usar o Linux, antes de comprar qualquer equipamento, precisa pesquisar na internet para descobrir se ele funcionará corretamente. Uma forma de saber se seu computador funcionará com o Linux é usar um Live CD (Ubuntu, por exemplo). Se o Linux rodar a partir do CD, funcionará depois de instalado no HD. Se alguma coisa não funcionar, será porque o driver não foi incluído na distribuição, mas talvez exista em outra. No caso de um periférico muito raro um driver pode até mesmo existir para o Linux e não ser incluído em nenhuma distribuição. Neste caso, a solução seria ou trocar de equipamento ou compilar um kernel personalizado. Há ainda os drivers que somente são distribuídos pré-compilados pelo fabricante do equipamento, e não pelos responsáveis pela distribuição Linux. Neste caso é preciso seguir as instruções do fabricante para que o equipamento funcione corretamente.





Migrando em Quatro Fases

Mudar de sistema operacional implica em reaprender muita coisa. Uma forma de suavizar o impacto da mudança é não trocar abruptamente o Windows pelo Linux. Uma migração em etapas poderá ter maiores chances de ser bem sucedida.


Fase I − Use Programas do Linux no Windows

Antes de instalar e começar a usar o Linux, você poderá começar a substituir programas que existem apenas no Windows por outros que funcionam nos dois sistemas operacionais. A tabela abaixo lista alguns programas do Linux que têm funcionalidades semelhantes a outros programas muito usados no Windows (para uma lista mais completa: ProgramasEquivalentes).

Tabela de Equivalência
 Só Existe no Windows ou Descrição   Existe no Windows e no Linux 
 Internet Explorer  Firefox
 Outlook (Express) Thunderbird
 Word, Excel, PowerPoint  OpenOffice
 Photoshop, Paint Shop Pro  The Gimp
 Adobe Illustrator, Corel Draw  Inkscape
 MSN, Yahoo, ICQ,...  Pidgin (Gaim)
 Media Player, Real Player, etc...  MPlayer, VLC
 Editor de som (efeitos etc...)  Audacity
 Animações em 3D  Blender
 Jogo do Pinguim em 3D  PPRacer
 Celestia  Celestia
 Stellarium  Stellarium
 GoogleEarth  GoogleEarth
 Vírus diversos  Não existem vírus no Linux

Depois de alguns meses usando os programas acima, você poderá passar para a próxima fase.


Fase II − Crie uma Partição para o Linux

Algumas distribuições, como Ubuntu e Kurumin NG, podem ser instaladas dentro do Windows, sem necessidade de particionar o disco, mas o melhor desempenho é obtido com a instalação tradicional. Para tanto, crie uma partição com alguns gigabytes de espaço livre e instale uma distribuição do Linux. Ao ligar o computador, você poderá escolher qual sistema operacional deseja usar. Você terá 5 a 10 segundos para fazer a escolha e, inicialmente, poderá deixar o Windows ser carregado automaticamente caso não escolha o Linux explicitamente. Nesta fase, você terá que descobrir quais programas que funcionam exclusivamente no Linux têm funcionalidade similar aos do Windows.
Esse também será o momento de explorar as funcionalidades exclusivas do Linux. Uma delas, é a opção que o usuário tem de escolher o gerenciador de janelas ou ambiente do computador (Desktop), e é recomendável que você experimente alguns antes de se decidir por um deles. Os dois ambientes mais comuns são o Gnome e o KDE, mas existem dezenas de outros gerenciadores de janelas, como o IceWM, XFCE, e o FluxBox, todos mais leves do que o Gnome ou o KDE.
Outra coisa que praticamente pode-se dizer que é exclusiva do Linux é a poderosa linha de comando. Assim como você pode usar o Windows sem nunca abrir a janela do DOS (aliás, você sabe o que é isso?), é possível usar o Linux somente em modo gráfico. O DOS é difícil e irritante de usar, e não se consegue fazer muita coisa com ele. No Linux, a linha de comando é muito mais fácil de usar e existem centenas de programas que permitem fazer em modo texto quase tudo que se faz em modo gráfico. As duas grandes vantagens do modo texto é que as coisas funcionam com rapidez e é possível automatizar tarefas com facilidade. A desvantagem é a necessidade de memorizar comandos. Como já disse, você não precisa usar o modo texto, mas se resolver aprender a usar um terminal de linha de comando no Linux entenderá porque alguns usuários do Linux chamam o Windows de Ruindows.
Qual distribuição escolher dentre as centenas de opções existentes gratuitamente na internet? Se você usa internet discada, a melhor opção talvez seja o Kurumin, que vem com drivers de modem pré-compilados e fáceis de configurar (através dos seus “ícones mágicos”). Outra opção é o Ubuntu que pode ser instalado a partir do seu Live CD. O Ubuntu inclui o GParted, um particionador de disco que você poderá usar para diminuir o espaço ocupado pelo Windows e possibilitar a instalação do Linux. Mas, ATENÇÃO, antes de reparticionar o disco é recomendável a DESFRAGMENTAÇÃO da partição do Windows com o desfragmentador de disco do Windows (Programas | Acessórios | Ferramentas do Sistema). Para instalar o Linux, por precaução, faça um backup dos seus arquivos e, então, desfragmente o Windows, coloque o CD do Ubuntu na bandeja e reinicie o computador. A figura abaixo mostra um exemplo de esquema de partição feito usando o GParted para uma pessoa ainda indecisa quanto a usar ou não o Linux:

Criando Partições para o Linux gparted

Como você pode ver, no exemplo acima o Windows continua ocupando a maior parte do disco. Foram criadas três partições para o Linux. A primeira será a raiz do sistema ("/"), a última será a partição "/home", onde ficarão os arquivos pessoais dos usuários; ambas estão formatadas como "ext3" (indicado na figura como "ext2"). A pequena partição entre essas duas será usada como área de troca (swap) para melhorar o desempenho do computador. Num esquema comum de partição do disco, a partição raiz fica com 3 a 8 Gigabytes, a partição swap com o dobro da memória ram (se o seu computador tem 1 GB de memória ram, crie uma partição swap com 2 GB) e a partição home com todo o restante do espaço disponível. Note que você pode usar o GParted para preparar o disco para qualquer distribuição do Linux.


Fase III − Torne o Linux o Sistema Operacional Padrão

Quando você estiver usando mais o Linux do que o Windows, mude a configuração do Lilo ou do Grub para que o Linux seja o sistema operacional inicializado automaticamente.
Se houver programas do Windows que você continua precisando (como alguns jogos, enciclopédias e dicionários) e para os quais não existem softwares livres equivalentes e os seus fabricantes ainda não se preocuparam em produzir uma versão para Linux, isso será um problema que talvez possa ser resolvido pelo wine: um programa do Linux que consegue rodar muitos programas do Windows sem precisar ter o Windows instalado. Com um pouco de sorte, o aplicativo que você precisa será um dos que funcionam com o wine. Mas, cuidado, ao usar o wine, seus arquivos poderão ser contaminados por vírus do Windows. Para não correr esse risco, é recomendável criar um usuário apenas para o uso do wine, como ensina Carlos Morimoto em seu artigo Usando as novas versões do Wine.
Em último caso, se o wine falhar, será possível rodar o Windows dentro de uma máquina virtual, como o VirtualBox.

Fase IV − Delete o Windows

Depois de uns 6 meses sem usar o Windows, você provavelmente estará pensando em como fazer um bom uso do espaço ocupado por ele no seu HD.


texto publicado por http://jalvesaq.googlepages.com

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Dicas e Truques para Windows 7

Baseado no trabalho desenvolvido no Blog do Windows para o Brasil, Gabriel Tonobohn, o editor de lá, criou um interessante e-book gratuito com mais de 40 páginas recheadas de dicas e macetes para o Windows 7. O material está dividido por categorias, e traz, antes de cada tópico, ícones que indicam o nível de dificuldade e o tempo médio de execução.

Download Dicas e truques para Windows 7






sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Google Pack – As aplicações da Google


Certamente que não devo estar errado ao dizer que todos nós usamos aplicações made in Google. Nesse sentido, a Google disponibiliza agora uma forma simples de “empacotar” todas as nossas aplicações favoritas que a mesma disponibiliza gratuitamente.

Então o que podemos colocar dentro do pacote?
google_pack

O download do pacote é muito simples, inicialmente o utilizador terá de escolher as aplicações que deseja incluir e depois carregar no botão Download Now
 
12-12-2009 23-22-16 

pack_1 Google Chrome Web Browser - Torne a navegação na web mais rápida, fácil e segura
- Pesquisar a partir da barra de endereço
pack_2 Google Apps - Use as aplicações de e-mail, agenda e documentos do Google
- Crie, colabore, comunique e partilhe com amigos e sua família
pack_3 avast! Antivírus gratuito - Protege o seu computador com um antivírus com detecção e remoção avançadas
- Detecta remova spywares, adwares, trojans
pack_4 Picasa - Localize, edite e partilhe fotos em segundos
- Remova facilmente o vermelho dos olhos nas fotos e faça retoques
pack_5 Mozilla Firefox com Barra de Ferramentas Google - Navegue pela Internet com rapidez e segurança
- Mude de página rapidamente com a navegação por guias
pack_6 RealPlayer - Reproduza formatos de multimedia conhecidos, organize músicas e vídeos
- Transfira músicas para o iPod e outros players de multimédia portáteis
pack_7 Google Earth - Aplique zoom a partir do espaço até chegar a uma rua — passeie pelo mundo
- Localize mapas, instruções de direcção, hotéis, restaurantes e muito mais
pack_8 Barra de Ferramentas Google para Internet Explorer - Pesquise em qualquer página da web e preencha formulários automaticamente
- Bloqueie pop-ups inconvenientes
pack_9 Google Desktop - Localize todos os e-mails, ficheiros, históricos da web e muito mais
- Organize todas as suas informações personalizadas em um único lugar com a Barra lateral
pack_10 Adobe Reader - Visualize, imprima e pesquise arquivos PDF usando uma interface reformulada
- Proteja os seus documentos e colabore através das reuniões on-line em tempo real
pack_11 Skype
- Faça chamadas de voz e de vídeo grátis para qualquer pessoa que tenha Skype
- Ligue para telefones fixos e celulares a preços baixos


Fonte: http://pplware.sapo.pt

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

FireNes 1.3 – Centenas de jogos no seu Firefox

Provavelmente já jogou muitos destes memoráveis jogos para consoles. Provavelmente reconhecerá alguns deste históricos jogos da Nintendo. Pois bem, que tal ter no seu Firefox 2500 jogos prontos a servir?








FireNes é uma extensão para o Firefox que carrega consigo 2500 jogos com o selo Nintendo, sim não faça essa cara, sem ter de os descarregar, mesmo ali de lado, basta um clique e pode passar uns bons minutos a dar uns toques na bola ou ao volante de um Ferrari.







Usando as setas para as direcções, a tecla X e a Z podemos facilmente pilotar um F16 por esses céus fora, Enter para começar e a tecla Ctrl para largar supositórios explosivos… que mais pode pedir?
São as maravilhas de um browser todo o terreno, divirta-se.
Licença: Freeware
Sistemas Operacionais: Windows 2k/XP/Vista/Win7
Download: FireNes 1.3 [21.40KB]
Homepage: FireNes
Fonte: http://pplware.sapo.pt