domingo, 13 de fevereiro de 2011

O que esperar do iPda2 ??

Ao que tudo indica, o iPad 2.0 está chegando. O anúncio deve ser feito pela Apple no primeiro trimestre deste ano. Separamos os rumores mais recentes sobre a próxima geração do tablet, que atualmente indicam um gabinete com pequenas alterações, um processador muito melhor, câmera de 3MP, melhores controles de acelerômetro e giroscópio e uma tela aprimorada (mas ainda não a famosa Tela Retina, presente no iPhone 4, que pode estar disponível em 2012).

O processador
O analista da Concord Securities, Ming-Chi Kuo, alega que o novo iPad terá um processador dual-core Cortex-A9 de 1,2 GHz. Isso está de acordo com o esperado, e se a Apple mantiver sua linha, ele será chamado de “Apple A5”.

Já o processador gráfico deve ser o PowerVR SGX543, da Imagination Technologies, segundo publicado pelos sites 9to5Mac e Macrumors. O que é essencial aqui é que ele suporta o formato Open CL, significando que as potências, tanto do processador gráfico quanto da CPU principal podem sere combinadas para lidar com tarefas computacionais intensas. E a mesma combinação de chips deve aparecer no novo iPhone 5.

“O iPad 2 terá 512 MB de RAM, o mesmo do iPhone 4 e o dobro do 1º iPad, mas com clock de 1,066 MHz, com maior memória de largura de banda (o clock de memória do iPhone 4 é de 800 MHz)”, disse Ming-Chi Kuo.

Nós já sabemos que os processadores serão fabricados pela Samsung, que venderá cerca de metade da sua capacidade de produção para a Apple, este ano.

A câmera
O iPad 2 terá câmeras de baixa resolução nas partes frontal e traseira do tablet. A Apple terá um especialista em fotografia digital para trabalhar com a equipe de desenvolvimento do novo aparelho. Isso pode significar melhorias no PhotoStream, no MobileMe Gallery e também possibilitar novas ferramentas de edição de imagens no seu iPad.

Além disso, deve significar que o iPhoto finalmente chegará ao tablet, uma vez que o aplicativo atual Photo não permite a edição de imagens. E ainda dá para arriscar uma versão do editor de vídeos iMovie – já disponível no iPhone.

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A tela
O site 9to5Mac publicou algumas imagens que afirmam ser da tela do novo iPad 2. Se suas fontes estiverem corretas, a nova tela será 10 gramas mais leve e um milímetro mais fina do que seu modelo anterior.

- Tela do iPad 1: Peso de 153.2 g / Medidas: 20,1cm X 15,2cm
- Tela do iPad 2: Peso de 143,9 g / Medidas: 20,1cm X 15,2cm

Além disso, o já citado analista Ming-Chi Kuo afirmou recentemente que a tela do novo iPad terá a mesma resolução de 1.024×768, mas recurso anti-reflexo, o que a tornará um aparelho muito melhor para leitura – pense no Kindle, mas ainda melhor.

O analista da IDC, Tom Mainelli, acredita que veremos uma Tela Retina, mas não até a terceira geração do iPad, que deve chegar no ano que vem. “Não acredito que alguém esteja preparado para produzir essa resolução em grande escala atualmente. E a Apple precisará de muito volume para o iPad 2”, disse.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O que é preciso para o iPad substituir o notebook

Cansado de carregar para todo lugar o notebook, principalmente em viagens de negócios? Imagine deixar a máquina em casa e efetuar todas as tarefas corporativas em um fino iPad. Sim, isso é possível. Mas é preciso planejamento, adquirir alguns componentes, utilizar serviços de cloud computing e aplicativos especiais.
Com os aplicativos móveis mais sofisticados e os serviços em nuvem deixando o armazenamento e acesso aos dados mais simples, necessitando somente do acesso à Internet, o iPad passa a ser um forte concorrente do laptop. De fato, o enorme crescimento do tablet nas empresas faz algumas pessoas imaginarem se o dispositivo da Apple pode ou não substituir os laptops no futuro.
Vale destacar que determinadas pessoas ainda precisam de softwares pesados rodando em laptops poderosíssimos, livres dos limites da computação em nuvem. Sendo assim, caso seja um usuário que trabalha com esses programas que processam grandes quantidades de informações ou exigem trocas imensas de dados em cache, este artigo não será de grande ajuda.
Porém, para o resto dos mortais, é possível trabalhar com o iPad, pelo menos por um bom tempo. Há maneiras de contornar as limitações do tablet e “trabalhar com o conceito de que qualquer coisa que queira fazer, consegue efetuá-la no iPad”, como disse Andy Ihnatko, colunista de tecnologia do Chicago Sun-Times e escritor. Muitas das dicas aqui presentes foram conselhos dados por ele durante a Macworld 2011, evento realizado nos Estados Unidos no final de janeiro.

1. Escolha o Hardware correto
Para iniciantes, é preciso um bom case para que o iPad suporte diversas condições de trabalho. A capa deve ser fina e leve para manter o perfil mais delicado do tablet, caso contrário, leve o notebook, certo?
É muito importante que o case forneça algum tipo de apoio ao iPad para que ele tenha diversos ângulos. Muitas capas possuem somente um único ângulo, o que pode se tornar um problema quando a iluminação da sala ofusca a tela do aparelho e não é possível ajustar para outra posição. Isso também não funciona muito bem, por exemplo, em um avião, quando a pessoa sentada à frente deita a cadeira para trás. Um produto recomendado é o foldIO  da Scosche (50 dólares), que possui muitas posições disponíveis, incluindo uma que melhora a digitação no teclado virtual.

Isso nos leva a outro item de hardware: um teclado físico, visto que muitas pessoas digitam mais rápido nesse tipo de acessório  do que na versão virtual. Caso precise editar ou criar conteúdo na estrada – mais do que um e-mail ou uma anotação – um teclado físico é uma boa pedida.
Alguns cases possuem teclados integrados, mas geralmente são menores, para caber na largura do case. Não se sinta constrangido em adquirir um teclado Wireless da Apple (230 reais), que é do mesmo tamanho que o teclado do MacBook. O teclado sem fio da Apple, que funciona com duas pilhas AA, não é conectado ao iPad ou ao case, e pode ser ajustado de acordo com a distância e ângulo do tablet.

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Teclado wireless da Apple, apesar do preço salgado, pode ser uma opção para fugir do teclado virtual

Contudo, o teclado wireless da Apple possui três pontos negativos. Primeiro, não é possível digitar com o teclado no colo, porque o usuário também estará segurando o iPad; nessa situação, é necessário utilizar o teclado virtual. Em seguida, o outro problema é que o teclado não vem com um case protetor para transporte.
Por fim, o botão para ligar o periférico com frequência é apertado acidentalmente quando é transportado em uma mochila ou pasta, e, com isso, envia um sinal para o iPad ligar. Não é nada interessante chegar ao destino e descobrir que o iPad está totalmente sem bateria. Para resolver esse problema, uma dica é desligar o Bluetooth do tablet durante o trajeto.
Outras opções de hardware dependem das necessidades de cada usuários: Apple Camera Connection Kit (109 reais)  para transferir imagens e gravações de voz e um Adaptador VGA para iPad (109 reais) para apresentações de vídeo.
Outra opção é o iPad Keyboard Dock. Ele é confortável, mas pesado (mais de 600 gramas). Reúne o teclado tradicional, com uma base de sincronização. Custa US$ 70.

2. Mova seus dados para o iPad e vice-versa
Uma das maiores reclamações sobre o iPad é o desafio de transferir informações de um PC para o dispositivo e vice-versa. O tablet não é um sistema de arquivos aberto; não é possível simplesmente copiar arquivos para ele, como é feito com um pendrive, por exemplo.
A maioria das pessoa acaba enviando os arquivos para si mesmas via e-mail, e abrindo os documentos com um aplicativo. Isso significa que é preciso saber quais arquivos estarão funcionando antes de colocar o pé na estrada, assim como se o iPad conseguirá abrir esses arquivos e trabalhar com eles. A transferência de documentos do PC pode ser feita também utilizando o iTunes.

O problema é que a falta de planejamento pode resultar na falta de alguns arquivos importantes, esquecidos no computador de casa. A melhor maneira de transferir as informações para dentro e fora do iPad é com serviços de armazenamento em nuvem, e um dos mais populares é o Dropbox. “O armazenamento em nuvem absolutamente transforma o iPad, encurtando as distâncias entre o desktop e o tablet”, afirma Ihnatko.

O Dropbox é basicamente uma pasta de arquivos gratuita na Internet, que aparece como um aplicativo no iPad e no computador. É possível acessar os arquivos de qualquer dispositivo que esteja com o Dropbox ativado; os documentos são sincronizados imediatamente para a mesma conta do serviço, além da possibilidade de permitir que outros usuários do serviço tenham acesso aos documentos.

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Para usuários que dependem de programas mais pesados, o iPad não é uma opção

3. Conheça as limitações dos aplicativos corporativos
Enviar os arquivos para sua conta no Dropbox não é de utilidade nenhuma a não ser que haja um aplicativo no iPad capaz de abri-lo. O app deve também permitir que o usuário edite esses documentos. Uma opção é o QuickOffice Connect (15 dólares), que possibilita abrir e trabalhar com arquivos do Microsoft Word, planilhas do Excel e slides do PowerPoint. Esse aplicativo é integrado com vários serviços de armazenamento em nuvem, inclusive Dropbox.

Infelizmente, os apps para iPad são muito simplificados; a falta da riqueza dos softwares para desktop pode trazer problemas na estrada. O QuickOffice, por exemplo, não suporta o recurso de controle de alterações. Ao trabalhar nos arquivos de fato, alguns usuários podem ficar frustrados com a ausência de sobreposição de janelas no iPad. Ao trabalhar com slides ou um documento, algumas pessoas fazem pesquisas na Internet ao mesmo tempo, alternando entre o arquivo e o navegador. O tablet, contudo, exibe somente uma janela por vez.

Conclusão: o iPad funciona no trabalho?
Talvez o maior desafio enfrentado por aqueles que utilizam o iPad no trabalho é na hora de imprimir os documentos.  A Apple recentemente adicionou o AirPrint, que permite imprimir via wireless desde fotos até e-mails, tudo a partir do iPad – contudo, está disponível somente para um modelo de impressora da HP. Grande parte das empresas não possui necessariamente esse equipamento ainda, logo, caso precise imprimir uma grande quantidade de material, leve o laptop.

É importante entender as limitações do iPad e o planejamento necessário para usá-lo em viagens de trabalho antes de propriamente aposentar o notebook. Usuários que dependem muito do computador, de programas e aplicações complexas ou imprimem documentos com muita frequência não se aplicam a esse grupo.
Por outro lado, o hardware da Apple e os serviços de armazenagem em nuvem fazem do iPad uma alternativa sólida para o notebook de muitas pessoas. Principalmente em viagem. Ele está sempre pronto para o uso. Basta retirá-lo da pasta e começar a trabalhar em um instante, graças a sua característica de estar sempre ligado. E, mais importante, evita "sessões de massagem", pois não é preciso carregar um equipamento pesado nas costas o dia inteiro.

Maioria das empresas pretende comprar iPad.


Pesquisa revela que 56% das empresas vai comprar iPads.

Apple oferece recursos para facilitar a adoção do iPad em empresas

Prevendo que muitos dos primeiros compradores do iPad considerarão a possibilidade de usá-lo para fins profissionais, a Apple incluiu uma série de recursos empresariais em seu site, para facilitar o uso do seu novo produto em empresas. A documentação digital disponível inclui desde cenários de distribuição dele entre funcionários até uma visão geral dos seus recursos de segurança e proteção de dados.
É importante ressaltar aqui que o iPad oferece as mesmas facilidades de uso e configuração de recursos corporativos existentes em iPhones, integrada aos seus principais aplicativos nativos de comunicações e internet. Se a sua empresa possui um servidor baseado no Microsoft Exchange 2003 ou 2007, o aparelho pode obter a partir dele emails, contatos e compromissos assim que são oferecidos para você.
A Apple também adaptou diversas ferramentas para facilitar a configuração de lotes de iPads em ambientes corporativos com alta segurança, suportando os mais avançados (e seguros) padrões de rede e o recursos Remote Wipe, que possibilita a destruição remota de dados de um dispositivo em caso de perda ou roubo. Como novidade para a tablet, porém, estão os diversos aplicativos capazes de tirar proveito da sua interface touchscreen de alta resolução, como a suíte de produtividade iWork, por exemplo.
Para ler mais sobre os recursos do iPad para empresas, basta visitar a página empresarial do produto no site da Apple.

Conquistando clientes com o Facebook


Conheça nosso grupo no Facebook
Algumas empresas ainda consideram o Facebook uma ameaça a sua produtividade, outras o julgam inútil, chegam a desencorajar o seu uso e até proibem seus funcionários de terem acesso a ele durante o expediente.
Mas a grande realidade é que o Facebook se tornou uma ferramenta de comunicação em escala global para empresas que querem estabelecer contato com novos e velhos clientes, seja para fazer uma nova venda ou fazer uma venda adicional para um cliente já fidelizado.
Lembre-se de pautar seu plano de ação em interagir continuamente com os clientes, seria ruim para sua imagem descontinuar sua página no Facebook (vai dar a impressão ausência de competência) isto prejudica a sua credibilidade, então antes de começar defina “quem, onde, quando” isso vai consumir capital humano, físico e temporal. Defina suas metas em números de fãs, visitas, clicks e finalizações de venda.
Para isto tenha uma ferramenta virtual para finalizar sua venda, agendar sua visita ou demonstração como um site ou um blog.
Antes de prosseguir é importante esclarecer que, como o tema é rico e exige explicação clara, vou publicar uma série de artigos sobre ele, e assim tentar elucidar a maior parte das nuances que o título sugere, este é o primeiro de outros que virão, conto com a curiosidade e comentários de todos.
Dividi a tarefa de conquistar clientes com o Facebook em 3 frentes de esforços:
O número total de fãs é a métrica mais expressiva no Facebook. Como resultado, o aumento gradual em sua base de fãs é um dos principais meios de mostrar seu sucesso do marketing social.
Por este motivo:
1- Coloque seus esforços em aumentar o seu número de fãs:
- Planeje ações que beneficiem os usuários que são fãs da sua página, e divulgue. A chave é um forte apelo à ação, que irá estimular os visitantes que o fazem pela primeira vez, a terem acesso ao conteúdo reservado para os fãs. Organize sorteios, descontos e o envio de brindes gratuítos se estiver ao seu alcance (financeiramente falando), qualquer item que tenha valor (ebooks, publicações restritas, ingressos de eventos, etc.), use a criatividade e faça parcerias com empresas que oferecem produtos que completem os seus, mas condicione tudo ao cliente “curtir a sua página” lembre-se o objetivo principal é aumentar a sua audiência (o número de fãs).
- Use os plugins do Facebook para incentivar conexões em todos os conteúdos publicados no site ou blog de sua empresa, inclua em suas mensagens, no seu status, nos artigos, um lembrete para instruir seus fãs a clicarem em “curtir isso” no Facebook.
Assim será mais provável ele aparecer em “feeds de notícias e dos amigos” dos usuários que gostarem do conteúdo, levando as pessoas a descobrir mais sobre sua página.
- Peça para seus amigos e camaradas que apoiam o seu negócio? ajudem em algumas discussões, a divulgar seu conteúdo,você pode recompensá-los com publicidade ou retribuir o favor. É mais fácil pedir a um amigo do que à um estranho. Certifique-se que o conteúdo é interessante o suficiente para levá-los a falar. use sua conta pessoal e página estrategicamente, assim você
verá uma enorme vantagem em ter novos amigos para ser seus fãs, enquanto eles estão começando a conhecê-lo melhor.
- Se você já construiu uma rede de contatos e tem outra conta no Twitter, Orkut ou linkedIn isto pode ser um ponto positivo para seus planos, utilize seus contatos em outras redes sociais para promover sua página do Facebook. Seus seguidores podem transmitir a sua mensagem em ambas as plataformas sociais, chegando a um maior público sobre o seu negócio.
- Use um aplicativo chamado Facebook Questions, que permite a todos, como Fan Pages, a responder e fazer perguntas para toda a comunidade da rede. Do mesmo modo que o LinkedIn Answers, o Facebook Questions é um excelente lugar para se estabelecer como um líder em conhecimento no setor, uma oportunidade de consolidar-se como referência em um tema, que pode ser o setor em que a sua empresa atua, além de ser uma maneira gratuita para conhecer melhor os seus fãs e potenciais clientes no Facebook.
- Use o Diretório Facebook e Facebook Search para localizar outras páginas no seu nicho e observe as discussões públicas com base em termos de pesquisa relacionadas ao seu negócio. Crie ou participe de um grupo, fórum ou site, de assunto correlato ao seu campo de atuação, e então sempre use uma assinatura com um link da sua página no Facebook. Enquanto sua participação na comunidade nicho é apreciado, há uma maior chance dos outros membros visitarem e se tornarem fãs da sua página. Ninguém está preocupado com a sua informação a menos que você se destaque da multidão.

Considere os caminhos acima como opções para formar o seu próprio hall de ações, o importante é aparecer e colocar o seu nome ou marca no mapa, chega de anonimato para as suas idéias, conquiste seu lugar ao sol, espero ter colaborado na reflexão do assunto e que isto seja para você um norte, aguarde pelos próximos posts que darão continuidade nas duas frentes de esforços para realizar a  tarefa de conquistar clientes com o Facebook.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

5 dicas para usar melhor o Facebook

Comentar as virtudes e impressionantes marcas do Facebook já é lugar comum. A rede social criada por Mark Zuckerberg é a maior do mundo, se aproxima dos 600 milhões de membros, e não para de crescer e ser aperfeiçoada. Novos recursos são criados e disponibilizados com boa frequência, o que mantém o sistema adaptado às mudanças da Web e os usuários, interessados e usando a ferramenta.
Aliás, é a grande quantidade de ferramentas que, em parte, afasta algumas ovelhas negras do Facebook. Comparado com a simplicidade do orkut, muita gente que ainda está na rede da Google levanta a bandeira da dificuldade para justificar sua decisão. Mas… Será que é tão complicado assim?
O Facebook “fala” português há um bom tempo, mas mesmo no idioma nativo, é difícil perceber alguns nuances, recursos que fazem a diferença no dia-a-dia. O que propomos, aqui, não é um “guia definitivo do Facebook”; longe disso, é apenas uma coletânea de dicas não tão evidentes quanto subir uma foto ou atualizar seu status para marinheiros de primeira viagem. Espero que seja útil!

Esconda atualizações de alguns contatos

No menu Conta » Configurações de privacidade, o Facebook oferece uma ampla gama de configurações padrão para diversas atividades permitidas na rede e informações do seu perfil. A primeira delas é “Seu status, fotos e publicações”, em resumo, o que submetemos ao site através do próprio — mensagens, fotos, etc.
Apesar dessa configuração universal, cada atualização pode ser configurada de forma independente. Quando estiver escrevendo uma atualização de status, clique no cadeado que aparece próximo ao botão “Compartilhar” para expandir a caixa de seleção. Existem alguns critérios pré-determinados (“Todos”, “Amigos de amigos” e “Somente amigos”), e um quarto item “Personalizar”. Esse é o que lhe dá mais flexibilidade, possibilitando incluir pessoas e/ou listas tanto num grupo de quem pode ver a atualização, quanto no dos que não podem.
Privacidade personalizada, no Facebook.
Privacidade personalizada, no Facebook.

Fotos em alta resolução

Recurso relativamente novo e, sinceramente, não sei se já disponível em todas as contas. Faz algum tempo que o Facebook permite que as fotos enviadas para lá o sejam em sua resolução nativa, sem redimensionamento. Essa opção não é padrão, logo, é preciso prestar atenção quando estiver subindo uma ou algumas foto(s).
Após selecionar as imagens e clicar no botão “OK”, o upload começa. Nesse momento, é preciso mudar um item na tela de progresso. O campo “Qualidade” fica, por padrão, em… “Padrão” (rá!). Basta um clique em “Alta resolução” para que o envio recomece, dessa vez das imagens em tamanho grandão.
Fotos em alta resolução, no Facebook.
Fotos em alta resolução, no Facebook.
Duas observações válidas: existe limite de tamanho por foto (5 MB cada), e as imagens enviadas assim podem ser baixadas na resolução real por todos aqueles que tiverem permissão de vê-las.

Oculte atualizações de aplicativos

Passe essa dica para aquele amigo pentelho que adora reclamar dos seus posts do FarmVille.
O Facebook permite que atualizações de determinado aplicativo sejam ocultadas da sua timeline. Não só, também permite que atualizações de um contato ou página também o sejam. Tudo acontece ao se clicar no “X”, por padrão oculto, de uma atualização. Ao passar o cursor sobre a atualização, na timeline, o “X” fica visível; clique nele, e algumas opções interessantes surgem.
Ocultar aplicativos no Facebook.
Ocultar aplicativos no Facebook.
A primeira oculta apenas aquela atualização, deixando tanto aplicativo, quanto contato/página com sinal verde para continuar aparecendo. A segunda opção, no nosso exemplo acima, se clicada ocultaria todos os posts da página do Meio Bit (não façam isso, é só um exemplo fictício*). E a terceira, mais importante aqui, oculta todas as atualizações do NetworkedBlogs, o aplicativo social que usamos para publicar os posts que saem aqui lá no Facebook. Fosse o FarmVille no lugar do NetworkedBlogs, bastaria clicar nessa opção para eliminá-lo da sua timeline.
Faz algum tempo, publicamos um tutorial mais completo sobre essa dica. O layout do Facebook mudou um pouco, mas a essência do procedimento continua a mesma.
*: eu ia usar algum joguinho social para ilustrar, mas já bloqueei todos e deu preguiça de desbloquear, achar algum contato que o use, depois encontrar uma atualização na timeline…

Revogue permissões de aplicativos

Instalar aplicativos sociais no Facebook é quase tão viciante quanto instalar apps em smartphones. Resultado: dezenas deles, muitos que sequer usamos, com acesso aos nossos dados, gostos e interesses. Vamos dar um basta nisso!
Vá ao menu Conta » Configurações de privacidade, e na tela que surgir, no canto inferior esquerdo, clique em “Editar suas configurações”, abaixo do título “Aplicativos e sites”. Outra tela surgirá. O primeiro item dela é “Aplicativos que você usa”, com um botão “Editar configurações” do outro lado. Clique nele.
Permissões de aplicativos, no Facebook.
Permissões de aplicativos, no Facebook. (Clique para ampliar)
Nessa tela ficam listados todos os aplicativos e jogos que você tem instalados em seu perfil. Para removê-los, basta clicar no “X” na linha do escolhido, simples assim. O mais bacana é que alguns itens, como a capacidade de publicar conteúdo no seu mural automaticamente, podem ser revogados individualmente. No three words, por exemplo, dá para eu manter o aplicativo instalado, mas impedi-lo de publicar no meu mural. Basta, nessa opção, clicar no link “Remover” (vide imagem acima).

Baixe seu perfil inteiro

Após a saraivada de críticas referentes à falta de privacidade, o Facebook implementou uma série de mudanças para atender aos anseios dos usuários. Opções de privacidade mais refinadas e claras, e portabilidade do perfil.
Backup do perfil, no Facebook.
Backup do perfil, no Facebook.
Em Conta » Configurações da conta, na aba “Configurações”, existe uma opção chamada “Download de suas informações”, com um link “saiba mais” ao lado. Clique nele.
Aparecerá uma tela que informa sobre o backup e da presença de dados sensíveis nele. Clique em “Baixar” e… espere. O download não é imediato, o Facebook precisar preparar o arquivo, o que, dependendo da quantidade de informações, fotos e vídeos hospedada, pode levar algum tempo. Quando estiver tudo ok, um email é disparado, contendo o link para download.
O arquivo é um *.zip com tudo o que você já fez no Facebook. Tem até um HTML simples, para mostrar suas atualizações e tal.
Para um tutorial mais detalhado, siga o link.

Finalizando…

O Facebook oferece ferramentas fantásticas de privacidade, configurações relativamente complexas que, se por um lado dão mais flexibilidade para o usuário, por outro pode acabar assustando novatos. As dicas mostradas aqui são bem simples, mas ajudam um bocado quem (ainda) não tem muita intimidade com o sistema. Conhece alguma outra que faltou comentar? Diga aí, nos comentários.


fonte: http://meiobit.com

Primeiros passos para se tornar um desenvolvedor de aplicativos para iPhone e iPad

Você sonha em se tornar um desenvolvedor de aplicativos para iOS, mas não sabe por onde começar? Então veja aqui os primeiros passos básicos para começar a criar seus próprios programas e, quem sabe, ficar famoso com isso. E o melhor: qualquer um pode se tornar um grande desenvolvedor para o iPhone. :)
Introdução
Ninguém duvida que a App Store revolucionou a telefonia mundial, pois trouxe para o mundo dos celulares a dinâmica e variedade de instalação de aplicativos que sempre existiu nos computadores, aumentando exponencialmente as capacidades do aparelho. Já haviam maneiras de instalar aplicativos menos elaborados em smartphones antes, via download em sites ou envio por SMS, mas a facilidade de ter o que se quer com apenas um clique (ou toque) acabou sendo copiada por diversos fabricantes e até mesmo reutilizada pela própria Apple, na sua versão para Mac.
Se do lado do consumidor a loja foi um sucesso, do lado de quem faz aplicativos foi aberto um campo imenso, pois possibilitou que qualquer um (como eu e você) pudesse criar e vender aplicativos para o mundo inteiro, coisa que antigamente só era viável a grandes empresas multinacionais. A Apple não só disponibilizou toda a estrutura de servidores para armazenar e distribuir os apps (com uma loja centralizada), mas também criou um kit de desenvolvimento (SDK) que qualquer um pode baixar e criar aplicativos. Tudo o que você precisa é de equipamento compatível e muito, muito estudo.

1º Passo – Comprar um Mac
Muita gente esbarra nesse primeiro passo, pois para desenvolver para o iOS (sistema operativo do iPhone, iPad, iPod touch e AppleTV) é obrigatório possuir um computador com Mac OS X. Há quem faça a gambiarra de tentar instalar o sistema em PCs Intel (os chamados hackintoshes), mas o melhor mesmo é investir em um bom Mac, principalmente agora que eles baixaram de preço no Brasil. Além de ser a ferramenta perfeita, você verá que ele mudará sua experiência com computadores para o resto de sua vida. :)
O Mac mais barato hoje no nosso país é o Mac mini (link) e custa R$1.999. Se você é estudante ou trabalha na rede de ensino, pode usar a área educacional da Apple Store Online e pagar ainda menos: R$1.849 (link). Ele vem só com a CPU central, ideal se você já tiver monitor, teclado e mouse do seu PC anterior.
Mas se você estiver querendo investir em algo um pouco mais consistente, que o ajude também em outros aspectos de sua vida (e não só no desenvolvimento de apps), o melhor conselho é o de investir em um MacBook (Air ou Pro) ou até mesmo em um iMac, que na semana passada ganhou um descontão de R$1.000. Lembrando que na área educacional os preços são ainda menores. :)

2º Passo – Inscrever-se no programa gratuito da Apple
Enquanto você decide se compra um Mac ou uma bicicleta, você já pode começar a baixar o material necessário para iniciar o desenvolvimento, se inscrevendo gratuitamente como Apple Developer. Esse passo não custa nada e você tem acesso ao último SDK, exemplo de códigos, vídeos de introdução e um vasto material em PDF para aprender os primeiros passos de programação. É material suficiente para dias e dias de aprendizado, sem gastar nenhum tostão. Absolutamente tudo é em inglês, o que torna obrigatório o conhecimento básico da língua.
Além da versão gratuita, há o Apple Developers Program, que é pago (US$99 ou 74€ por ano) e permite alguns benefícios a mais, como instalar e rodar os códigos no seu aparelho (com a versão grátis você só pode testá-los no simulador do Mac), tem acesso à versões beta do iOS e também tem direito a publicar seu aplicativo na App Store. Mas isso você pode fazer depois que tiver uma boa base da teoria. ;)

3º Passo – Estudar, estudar, estudar
As ferramentas que a Apple proporciona são uma verdadeira mão na roda, facilitando muito o desenvolvimento de aplicativos. Mas não bastam para começar a criar programas para o iPhone. É preciso muito estudo da linguagem básica de programação, chamada Objective-C, que não é algo que se aprenda em duas semanas. Por isso, é preciso muito estudo e dedicação.
Além do material em PDF disponibilizado pela Apple, há também alguns volumes convertidos em formato iBook, que podem ser baixados direto na App Store para serem lidos no iPhone, iPad ou iPod touch.
Se você não se contentar com o material gratuito (que é extenso) e preferir livros comerciais dedicados a isso, com uma linguagem mais abordável, é possível comprar no Brasil obras importadas (veja a lista de algumas sugestões aqui). Infelizmente não há obras de destaque em português para aprender programação para iPhone.

4º Passo – Criar seu primeiro aplicativo
Nesse ponto, você já tem todas as condições de começar a desenvolver seu primeiro aplicativo. Mesmo que você ainda não tenha um registro pago da Apple, poderá criar e testar apps no simulador do iPhone (ou iPad) no Mac.
A primeira coisa é saber o que você quer fazer. É normal os primeiros resultados serem apps básicas e com função duvidosa, mas que são fundamentais para a evolução do aprendizado. Mas não faça como alguns devs, que se empolgam com o primeiro aplicativo e o publicam na App Store… Depois de ter experiência suficiente, tente pensar em algo útil que realmente vá servir para os usuários. De preferência, que ainda não exista na loja.
Depois que você já pegou a prática e até mesmo já desenvolveu um ou mais aplicativos funcionais, aí sim poderá partir para o passo final.

5º Passo – Inscrever-se como desenvolvedor da Apple
Você agora já tem tudo para começar ganhar fama (e quem sabe, dinheiro) com suas criações. É o momento de se inscrever oficialmente como um desenvolvedor de iOS e pagar a taxa necessária, que poderá ser recuperada facilmente se seu aplicativo fizer sucesso.
Há três tipos de contas: a Individual (só você tem acesso à conta) e a Company (você pode ter uma equipe que também terá acesso à conta), ambas custando US99; ou então a Enterprise (permite que se crie aplicativos internos para empresas, sem passar pela App Store) que custa US$299.
A conta paga também dá acesso aos fóruns técnicos de desenvolvedores, onde são debatidas questões e problemas relativos ao iOS. Em época de versões beta, há também uma área confidencial com várias novidades sobre as futuros sistemas.
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Esses são os passos básicos para todos que quiserem começar a investir na programação para iPhones e iPads. As possibilidades são enormes e a cada ano o mercado cresce cada vez mais. Se você gosta disso, não deixe para amanhã o que você pode começar hoje.
;)