terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Android Market ganha versão prática e rápida na web

Você quis dizer: finalmente! Depois de muito tempo de espera, o Android Market tem agora uma versão web para compra de aplicativos, que são instalados sem a necessidade de um mísero cabo no seu aparelho. E como esperamos de qualquer loja de aplicativos, ela é prática, simples, de fácil acesso e bonita. E ela já está no ar. Hora de testar!

O site é simples e intuitivo: chamada principal cheia de aplicativos recomendados – ou uma versão maior do que já ocorria no Marketplace nas telinhas dos smartphones – e categorias na lateral, que estão traduzidas para um português de Portugal (ei, Banda Desenhada não é História em Quadrinhos!). Clicar em um app abre aquilo que já víamos no Android só que com muito mais fluidez, beleza e espaço. Descrição, resumo, comentários, aplicativos relacionados, tudo numa só tela. Um jeito mais fácil de explorar o Market e seu mar de aplicativos obscuros.

 

Demonstração do Novo Android Market

Mas a grande e bem-vinda sacada é a instalação dos aplicativos via OTA (over the air). Com o Android em mãos conectado à internet, é só clicar para baixar um aplicativo na tela do computador e recebê-lo no aparelho – após os devidos logins com a conta do Google. Num teste rápido, o aplicativo chegou em menos de 20 segundos ao aparelho. A sensação é ótima: instalar aplicativos sem usar cabos e sem ter de ficar fuçando o caótico Android Market. Hora de fazer isso numa interface muito mais interessante. Agora chega de ler. Momento exploração, usuários de Android! É só clicar ao lado. [Android Marketplace via Google Mobile Blog]

 

fonte : http://www.gizmodo.com.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Xing Ling com os dias contados?

O incrível avanço tecnológico das versões chinesas do iPhone que possuem dual-chip e recepção de TV estão com os dias contados. Segundo a edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo, o Ministério Público quer dificultar a vida do mercado paralelo e encontrar uma maneira de bloquear ligações de aparelhos celulares falsificados.

Aquele seu cunhado chato não poderá mais tirar vantagem do celular chinês dele
Segundo a ANATEL, cerca de 20% das linhas ativas hoje no país usam aparelhos sem a certificação, que é obrigatória, chegando a 40% só entre os clientes pré-pagos. Isso representa uma perda anual de R$ 1 bilhão para os fabricantes dos produtos originais, o dobro do que era em 2008.
Por causa disso, o Ministério Público quer abrir uma ação civil que obrigue as teles a bloquear estes aparelhos clandestinos, impossibilitando qualquer chamada através dele. O problema é como fazer isso.

Crédito da imagem: Folhapress
A ANATEL e as operadoras podem até mesmo serem consideradas como rés no processo, por não fiscalizarem as vendas clandestinas. A comercialização e a prestação de serviços a aparelhos não-certificados é proibida no país.
Crédito da imagem: Folhapress
Uma das soluções em estudo seria a distribuição de uma senha para cada cliente, que cadastraria seu aparelho e o associaria a um chip. Dispositivos com IMEI não certificado seriam bloqueados e impossibilitados de funcionar. Mas este procedimento ainda precisa ser melhor definido antes de aplicado, pois muitos celulares falsos já são capazes de utilizar IMEI autêntico.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O que esperar do iPda2 ??

Ao que tudo indica, o iPad 2.0 está chegando. O anúncio deve ser feito pela Apple no primeiro trimestre deste ano. Separamos os rumores mais recentes sobre a próxima geração do tablet, que atualmente indicam um gabinete com pequenas alterações, um processador muito melhor, câmera de 3MP, melhores controles de acelerômetro e giroscópio e uma tela aprimorada (mas ainda não a famosa Tela Retina, presente no iPhone 4, que pode estar disponível em 2012).

O processador
O analista da Concord Securities, Ming-Chi Kuo, alega que o novo iPad terá um processador dual-core Cortex-A9 de 1,2 GHz. Isso está de acordo com o esperado, e se a Apple mantiver sua linha, ele será chamado de “Apple A5”.

Já o processador gráfico deve ser o PowerVR SGX543, da Imagination Technologies, segundo publicado pelos sites 9to5Mac e Macrumors. O que é essencial aqui é que ele suporta o formato Open CL, significando que as potências, tanto do processador gráfico quanto da CPU principal podem sere combinadas para lidar com tarefas computacionais intensas. E a mesma combinação de chips deve aparecer no novo iPhone 5.

“O iPad 2 terá 512 MB de RAM, o mesmo do iPhone 4 e o dobro do 1º iPad, mas com clock de 1,066 MHz, com maior memória de largura de banda (o clock de memória do iPhone 4 é de 800 MHz)”, disse Ming-Chi Kuo.

Nós já sabemos que os processadores serão fabricados pela Samsung, que venderá cerca de metade da sua capacidade de produção para a Apple, este ano.

A câmera
O iPad 2 terá câmeras de baixa resolução nas partes frontal e traseira do tablet. A Apple terá um especialista em fotografia digital para trabalhar com a equipe de desenvolvimento do novo aparelho. Isso pode significar melhorias no PhotoStream, no MobileMe Gallery e também possibilitar novas ferramentas de edição de imagens no seu iPad.

Além disso, deve significar que o iPhoto finalmente chegará ao tablet, uma vez que o aplicativo atual Photo não permite a edição de imagens. E ainda dá para arriscar uma versão do editor de vídeos iMovie – já disponível no iPhone.

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A tela
O site 9to5Mac publicou algumas imagens que afirmam ser da tela do novo iPad 2. Se suas fontes estiverem corretas, a nova tela será 10 gramas mais leve e um milímetro mais fina do que seu modelo anterior.

- Tela do iPad 1: Peso de 153.2 g / Medidas: 20,1cm X 15,2cm
- Tela do iPad 2: Peso de 143,9 g / Medidas: 20,1cm X 15,2cm

Além disso, o já citado analista Ming-Chi Kuo afirmou recentemente que a tela do novo iPad terá a mesma resolução de 1.024×768, mas recurso anti-reflexo, o que a tornará um aparelho muito melhor para leitura – pense no Kindle, mas ainda melhor.

O analista da IDC, Tom Mainelli, acredita que veremos uma Tela Retina, mas não até a terceira geração do iPad, que deve chegar no ano que vem. “Não acredito que alguém esteja preparado para produzir essa resolução em grande escala atualmente. E a Apple precisará de muito volume para o iPad 2”, disse.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O que é preciso para o iPad substituir o notebook

Cansado de carregar para todo lugar o notebook, principalmente em viagens de negócios? Imagine deixar a máquina em casa e efetuar todas as tarefas corporativas em um fino iPad. Sim, isso é possível. Mas é preciso planejamento, adquirir alguns componentes, utilizar serviços de cloud computing e aplicativos especiais.
Com os aplicativos móveis mais sofisticados e os serviços em nuvem deixando o armazenamento e acesso aos dados mais simples, necessitando somente do acesso à Internet, o iPad passa a ser um forte concorrente do laptop. De fato, o enorme crescimento do tablet nas empresas faz algumas pessoas imaginarem se o dispositivo da Apple pode ou não substituir os laptops no futuro.
Vale destacar que determinadas pessoas ainda precisam de softwares pesados rodando em laptops poderosíssimos, livres dos limites da computação em nuvem. Sendo assim, caso seja um usuário que trabalha com esses programas que processam grandes quantidades de informações ou exigem trocas imensas de dados em cache, este artigo não será de grande ajuda.
Porém, para o resto dos mortais, é possível trabalhar com o iPad, pelo menos por um bom tempo. Há maneiras de contornar as limitações do tablet e “trabalhar com o conceito de que qualquer coisa que queira fazer, consegue efetuá-la no iPad”, como disse Andy Ihnatko, colunista de tecnologia do Chicago Sun-Times e escritor. Muitas das dicas aqui presentes foram conselhos dados por ele durante a Macworld 2011, evento realizado nos Estados Unidos no final de janeiro.

1. Escolha o Hardware correto
Para iniciantes, é preciso um bom case para que o iPad suporte diversas condições de trabalho. A capa deve ser fina e leve para manter o perfil mais delicado do tablet, caso contrário, leve o notebook, certo?
É muito importante que o case forneça algum tipo de apoio ao iPad para que ele tenha diversos ângulos. Muitas capas possuem somente um único ângulo, o que pode se tornar um problema quando a iluminação da sala ofusca a tela do aparelho e não é possível ajustar para outra posição. Isso também não funciona muito bem, por exemplo, em um avião, quando a pessoa sentada à frente deita a cadeira para trás. Um produto recomendado é o foldIO  da Scosche (50 dólares), que possui muitas posições disponíveis, incluindo uma que melhora a digitação no teclado virtual.

Isso nos leva a outro item de hardware: um teclado físico, visto que muitas pessoas digitam mais rápido nesse tipo de acessório  do que na versão virtual. Caso precise editar ou criar conteúdo na estrada – mais do que um e-mail ou uma anotação – um teclado físico é uma boa pedida.
Alguns cases possuem teclados integrados, mas geralmente são menores, para caber na largura do case. Não se sinta constrangido em adquirir um teclado Wireless da Apple (230 reais), que é do mesmo tamanho que o teclado do MacBook. O teclado sem fio da Apple, que funciona com duas pilhas AA, não é conectado ao iPad ou ao case, e pode ser ajustado de acordo com a distância e ângulo do tablet.

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Teclado wireless da Apple, apesar do preço salgado, pode ser uma opção para fugir do teclado virtual

Contudo, o teclado wireless da Apple possui três pontos negativos. Primeiro, não é possível digitar com o teclado no colo, porque o usuário também estará segurando o iPad; nessa situação, é necessário utilizar o teclado virtual. Em seguida, o outro problema é que o teclado não vem com um case protetor para transporte.
Por fim, o botão para ligar o periférico com frequência é apertado acidentalmente quando é transportado em uma mochila ou pasta, e, com isso, envia um sinal para o iPad ligar. Não é nada interessante chegar ao destino e descobrir que o iPad está totalmente sem bateria. Para resolver esse problema, uma dica é desligar o Bluetooth do tablet durante o trajeto.
Outras opções de hardware dependem das necessidades de cada usuários: Apple Camera Connection Kit (109 reais)  para transferir imagens e gravações de voz e um Adaptador VGA para iPad (109 reais) para apresentações de vídeo.
Outra opção é o iPad Keyboard Dock. Ele é confortável, mas pesado (mais de 600 gramas). Reúne o teclado tradicional, com uma base de sincronização. Custa US$ 70.

2. Mova seus dados para o iPad e vice-versa
Uma das maiores reclamações sobre o iPad é o desafio de transferir informações de um PC para o dispositivo e vice-versa. O tablet não é um sistema de arquivos aberto; não é possível simplesmente copiar arquivos para ele, como é feito com um pendrive, por exemplo.
A maioria das pessoa acaba enviando os arquivos para si mesmas via e-mail, e abrindo os documentos com um aplicativo. Isso significa que é preciso saber quais arquivos estarão funcionando antes de colocar o pé na estrada, assim como se o iPad conseguirá abrir esses arquivos e trabalhar com eles. A transferência de documentos do PC pode ser feita também utilizando o iTunes.

O problema é que a falta de planejamento pode resultar na falta de alguns arquivos importantes, esquecidos no computador de casa. A melhor maneira de transferir as informações para dentro e fora do iPad é com serviços de armazenamento em nuvem, e um dos mais populares é o Dropbox. “O armazenamento em nuvem absolutamente transforma o iPad, encurtando as distâncias entre o desktop e o tablet”, afirma Ihnatko.

O Dropbox é basicamente uma pasta de arquivos gratuita na Internet, que aparece como um aplicativo no iPad e no computador. É possível acessar os arquivos de qualquer dispositivo que esteja com o Dropbox ativado; os documentos são sincronizados imediatamente para a mesma conta do serviço, além da possibilidade de permitir que outros usuários do serviço tenham acesso aos documentos.

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Para usuários que dependem de programas mais pesados, o iPad não é uma opção

3. Conheça as limitações dos aplicativos corporativos
Enviar os arquivos para sua conta no Dropbox não é de utilidade nenhuma a não ser que haja um aplicativo no iPad capaz de abri-lo. O app deve também permitir que o usuário edite esses documentos. Uma opção é o QuickOffice Connect (15 dólares), que possibilita abrir e trabalhar com arquivos do Microsoft Word, planilhas do Excel e slides do PowerPoint. Esse aplicativo é integrado com vários serviços de armazenamento em nuvem, inclusive Dropbox.

Infelizmente, os apps para iPad são muito simplificados; a falta da riqueza dos softwares para desktop pode trazer problemas na estrada. O QuickOffice, por exemplo, não suporta o recurso de controle de alterações. Ao trabalhar nos arquivos de fato, alguns usuários podem ficar frustrados com a ausência de sobreposição de janelas no iPad. Ao trabalhar com slides ou um documento, algumas pessoas fazem pesquisas na Internet ao mesmo tempo, alternando entre o arquivo e o navegador. O tablet, contudo, exibe somente uma janela por vez.

Conclusão: o iPad funciona no trabalho?
Talvez o maior desafio enfrentado por aqueles que utilizam o iPad no trabalho é na hora de imprimir os documentos.  A Apple recentemente adicionou o AirPrint, que permite imprimir via wireless desde fotos até e-mails, tudo a partir do iPad – contudo, está disponível somente para um modelo de impressora da HP. Grande parte das empresas não possui necessariamente esse equipamento ainda, logo, caso precise imprimir uma grande quantidade de material, leve o laptop.

É importante entender as limitações do iPad e o planejamento necessário para usá-lo em viagens de trabalho antes de propriamente aposentar o notebook. Usuários que dependem muito do computador, de programas e aplicações complexas ou imprimem documentos com muita frequência não se aplicam a esse grupo.
Por outro lado, o hardware da Apple e os serviços de armazenagem em nuvem fazem do iPad uma alternativa sólida para o notebook de muitas pessoas. Principalmente em viagem. Ele está sempre pronto para o uso. Basta retirá-lo da pasta e começar a trabalhar em um instante, graças a sua característica de estar sempre ligado. E, mais importante, evita "sessões de massagem", pois não é preciso carregar um equipamento pesado nas costas o dia inteiro.

Maioria das empresas pretende comprar iPad.


Pesquisa revela que 56% das empresas vai comprar iPads.

Apple oferece recursos para facilitar a adoção do iPad em empresas

Prevendo que muitos dos primeiros compradores do iPad considerarão a possibilidade de usá-lo para fins profissionais, a Apple incluiu uma série de recursos empresariais em seu site, para facilitar o uso do seu novo produto em empresas. A documentação digital disponível inclui desde cenários de distribuição dele entre funcionários até uma visão geral dos seus recursos de segurança e proteção de dados.
É importante ressaltar aqui que o iPad oferece as mesmas facilidades de uso e configuração de recursos corporativos existentes em iPhones, integrada aos seus principais aplicativos nativos de comunicações e internet. Se a sua empresa possui um servidor baseado no Microsoft Exchange 2003 ou 2007, o aparelho pode obter a partir dele emails, contatos e compromissos assim que são oferecidos para você.
A Apple também adaptou diversas ferramentas para facilitar a configuração de lotes de iPads em ambientes corporativos com alta segurança, suportando os mais avançados (e seguros) padrões de rede e o recursos Remote Wipe, que possibilita a destruição remota de dados de um dispositivo em caso de perda ou roubo. Como novidade para a tablet, porém, estão os diversos aplicativos capazes de tirar proveito da sua interface touchscreen de alta resolução, como a suíte de produtividade iWork, por exemplo.
Para ler mais sobre os recursos do iPad para empresas, basta visitar a página empresarial do produto no site da Apple.

Conquistando clientes com o Facebook


Conheça nosso grupo no Facebook
Algumas empresas ainda consideram o Facebook uma ameaça a sua produtividade, outras o julgam inútil, chegam a desencorajar o seu uso e até proibem seus funcionários de terem acesso a ele durante o expediente.
Mas a grande realidade é que o Facebook se tornou uma ferramenta de comunicação em escala global para empresas que querem estabelecer contato com novos e velhos clientes, seja para fazer uma nova venda ou fazer uma venda adicional para um cliente já fidelizado.
Lembre-se de pautar seu plano de ação em interagir continuamente com os clientes, seria ruim para sua imagem descontinuar sua página no Facebook (vai dar a impressão ausência de competência) isto prejudica a sua credibilidade, então antes de começar defina “quem, onde, quando” isso vai consumir capital humano, físico e temporal. Defina suas metas em números de fãs, visitas, clicks e finalizações de venda.
Para isto tenha uma ferramenta virtual para finalizar sua venda, agendar sua visita ou demonstração como um site ou um blog.
Antes de prosseguir é importante esclarecer que, como o tema é rico e exige explicação clara, vou publicar uma série de artigos sobre ele, e assim tentar elucidar a maior parte das nuances que o título sugere, este é o primeiro de outros que virão, conto com a curiosidade e comentários de todos.
Dividi a tarefa de conquistar clientes com o Facebook em 3 frentes de esforços:
O número total de fãs é a métrica mais expressiva no Facebook. Como resultado, o aumento gradual em sua base de fãs é um dos principais meios de mostrar seu sucesso do marketing social.
Por este motivo:
1- Coloque seus esforços em aumentar o seu número de fãs:
- Planeje ações que beneficiem os usuários que são fãs da sua página, e divulgue. A chave é um forte apelo à ação, que irá estimular os visitantes que o fazem pela primeira vez, a terem acesso ao conteúdo reservado para os fãs. Organize sorteios, descontos e o envio de brindes gratuítos se estiver ao seu alcance (financeiramente falando), qualquer item que tenha valor (ebooks, publicações restritas, ingressos de eventos, etc.), use a criatividade e faça parcerias com empresas que oferecem produtos que completem os seus, mas condicione tudo ao cliente “curtir a sua página” lembre-se o objetivo principal é aumentar a sua audiência (o número de fãs).
- Use os plugins do Facebook para incentivar conexões em todos os conteúdos publicados no site ou blog de sua empresa, inclua em suas mensagens, no seu status, nos artigos, um lembrete para instruir seus fãs a clicarem em “curtir isso” no Facebook.
Assim será mais provável ele aparecer em “feeds de notícias e dos amigos” dos usuários que gostarem do conteúdo, levando as pessoas a descobrir mais sobre sua página.
- Peça para seus amigos e camaradas que apoiam o seu negócio? ajudem em algumas discussões, a divulgar seu conteúdo,você pode recompensá-los com publicidade ou retribuir o favor. É mais fácil pedir a um amigo do que à um estranho. Certifique-se que o conteúdo é interessante o suficiente para levá-los a falar. use sua conta pessoal e página estrategicamente, assim você
verá uma enorme vantagem em ter novos amigos para ser seus fãs, enquanto eles estão começando a conhecê-lo melhor.
- Se você já construiu uma rede de contatos e tem outra conta no Twitter, Orkut ou linkedIn isto pode ser um ponto positivo para seus planos, utilize seus contatos em outras redes sociais para promover sua página do Facebook. Seus seguidores podem transmitir a sua mensagem em ambas as plataformas sociais, chegando a um maior público sobre o seu negócio.
- Use um aplicativo chamado Facebook Questions, que permite a todos, como Fan Pages, a responder e fazer perguntas para toda a comunidade da rede. Do mesmo modo que o LinkedIn Answers, o Facebook Questions é um excelente lugar para se estabelecer como um líder em conhecimento no setor, uma oportunidade de consolidar-se como referência em um tema, que pode ser o setor em que a sua empresa atua, além de ser uma maneira gratuita para conhecer melhor os seus fãs e potenciais clientes no Facebook.
- Use o Diretório Facebook e Facebook Search para localizar outras páginas no seu nicho e observe as discussões públicas com base em termos de pesquisa relacionadas ao seu negócio. Crie ou participe de um grupo, fórum ou site, de assunto correlato ao seu campo de atuação, e então sempre use uma assinatura com um link da sua página no Facebook. Enquanto sua participação na comunidade nicho é apreciado, há uma maior chance dos outros membros visitarem e se tornarem fãs da sua página. Ninguém está preocupado com a sua informação a menos que você se destaque da multidão.

Considere os caminhos acima como opções para formar o seu próprio hall de ações, o importante é aparecer e colocar o seu nome ou marca no mapa, chega de anonimato para as suas idéias, conquiste seu lugar ao sol, espero ter colaborado na reflexão do assunto e que isto seja para você um norte, aguarde pelos próximos posts que darão continuidade nas duas frentes de esforços para realizar a  tarefa de conquistar clientes com o Facebook.